
Historicamente sabemos que após a consolidação da dinastia real de Abomey pelo Príncipe Agassouvi Aho, apelidado Houegbadja, no início do século XVII da era cristã, as sucessivas ocupações de imigrantes aumentaram a região Alladanu e o Planalto de Abomey, e contribuíram para a formação do grupo étnico Fon, então podemos observar que o Candomblé do Pinho é mais antigo que a formação do grupo étnico Fon do Benin, tendo herdado costumes diretamente ewe-adja.
De tradição culturalmente reservada, indevassável aos olhos curiosos do leigo, mas de difícil entendimento, pelos herdeiros da terra, culturalmente abençoada pelo vodún, acerca de ser a Roça do Pinho um bem cultural para a humanidade, fazendo parte da História do Brasil, dos quilombos e da triste história da escravidão africana em benefício do Novo Mundo, ali se preserva pelos membros da comunidade, toda a cultura e o patrimônio deixado pelos antepassados quilombolas, embora, tristemente, sem a proteção do tombamento.
Nota: O Candomblé da Barroquinha (Casa Branca do Engenho Velho), de cultura nagô, e o mais antigo da nação de Ketu no Brasil, só se formou por volta de 1790.
Vide:
http://irohin.org.br/onl/clip.php?sec=clip&id=322
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